quarta-feira, 11 de abril de 2012

Doe um tweet para o Greenpeace


Doar sua conta no Twitter para o Greenpeace e a partir dela, postar mensagens em defesa do meio ambiente, é uma ferramenta muito importante para ajudar nas mobilizações do Greenpeace através das redes sociais e espalhar as mensagens das suas campanhas para um número maior de pessoas na internet. 
Muitos internautas já aderiram a causa e doaram seu tweet. Para fazer parte dessa corrente, basta autorizar o aplicativo JustCoz em seu perfil. As mensagens serão automaticamente postadas pelo Greenpeace em seu perfil apenas uma vez ao dia. É muito simples, veja abaixo o passo a passo para se juntar a essa corrente.
Veja como fazer:
2 – Depois clique no botão vermelho “Donate a tweet a day”
3 – Digite seu login e senha do twitter para autorizar o aplicativo JustCoz;
4 – Clique no botão Tweet e poste para os seus amigos contando que você doou um tweet por dia para o Greenpeace Brasil;
5 – Agora, é só acompanhar as mensagens que o Greenpeace ira postar a partir da sua conta.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Kaká 1 x 0 Desmatamento


Número um no ranking dos brasileiros mais seguidos no Twitter, o jogador de futebol Kaká, que atua no clube Real Madri, da Espanha, é uma das mais de 75 mil pessoas que querem o Desmatamento Zero no Brasil. O atacante publicou esta noite, em sua página do Twitter, que apoia a campanha pela preservação das florestas e que já assinou a petição pela lei de iniciativa popular. Um golaço para o time brasileiro.
Tweet Kaká
Kaká foi alertado sobre a campanha do Greenpeace por um dos programas mais famosos da TV espanhola, o El Intermédio. Dono de uma lista de dar inveja a qualquer twitteiro de plantão, com mais de 9,6 milhões de seguidores, o jogador foi citado no programa para se juntar à luta de seus conterrâneos.
O El Intermedio vai ao ar toda semana de segunda a quinta, em horário nobre, com audiência em torno de um milhão de telespectadores. No programa da última segunda-feira (9), os apresentadores chamaram os espectadores a enviar mensagens ao Twitter do Kaká a fim de convencê-lo a assinar. Não foi preciso muito esforço. Na noite desta terça o jogador honrou sua cidadania e assinou pela proteção da maior floresta tropical do mundo, a Amazônia brasileira.
O objetivo também é, através da influência do jogador, chamar todos os brasileiros que vivem na Espanha – além dos que o acompanham daqui mesmo – a se unir a ele. “Se conseguirmos o apoio do Kaká para a lei do Desmatamento Zero temos certeza de que muitos brasileiros também o farão, a proposta será levada ao Congresso, e poderemos salvar a Amazônia”, disseram os apresentadores.
Eles citaram ainda o projeto do Código Florestal que tramita no Congresso e que pode destruir cerca de 700 mil km² de floresta liberando-a às indústria madeireira e ao agronegócio predatório e criminoso. Eles lembraram que a mudança da lei ambiental elevaria as emissões do país em até 29 gigatoneladas de CO2, e levaria à extinção mais 100 mil espécies florestais.
Junte-se ao Kaká, ao Fernando Henrique, à Marina Silva, à Camila Pitanga, ao Marcos Palmeira, à Maria Paula e aos mais de 75 mil brasileiros que já aderiram à campanha. Assine você também.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A força dos ventos


(Foto: Turbinas eólicas em Fortaleza, Ceará, o estado com a maior capacidade de geração elétrica com ventos.)
Durante o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, na semana passada, a presidenta Dilma Roussef deu declarações polêmicas em relação à energia eólica e enfatizou a importância da continuidade dos investimentos em hidrelétricas. Ela afirmou que “para garantir energia de base renovável que não seja hídrica, fica difícil, porque eólica não segura. E todo mundo sabe disso”, e continuou, dizendo que seria necessário usar outros tipos de energia já que “não venta o tempo todo e não tem como estocar vento. Não posso dizer que só com eólica é possível iluminar o planeta”.
“As críticas de Dilma só reforçam a necessidade de desmistificar a concepção de que só teremos luz em nossas casas se construirmos grandes hidrelétricas, como Belo Monte”, afirma Sérgio Leitão, Diretor de Campanhas do Greenpeace Brasil. O Brasil tem potencial para ser o primeiro país a ter toda a sua matriz energética proveniente de fontes renováveis e limpas e deve dar o exemplo de que desenvolvimento sustentável é possível.
O parque elétrico brasileiro é majoritariamente hidrelétrico e a energia gerada por hidrelétricas corresponde a mais de 80% de toda a matriz elétrica do país, o que não significa que este seja o melhor modelo de produção de energia. “Esse modelo de obras faraônicas causa profundos impactos socioambientais e precisa ser abandonado”, disse Leitão. Só o potencial de energia dos ventos, de acordo com o Ministério de Minas e Energia, é de 143 Gigawatts, o equivalente à produção de dez Itaipus.
Ainda, segundo Leitão, o Brasil apresentou a maior taxa de expansão da fonte eólica no mundo nos últimos 12 meses, o que deve colocá-lo entre os dez maiores produtores em 2013. O país tem hoje a energia eólica mais barata do mundo, o que oferecerá a oportunidade de complementar nossa produção energética com a exploração do “pré-Vento”, muito menos oneroso que o pré-sal que investirá mais de R$ 600 bilhões até 2020 para viabilizar a sua exploração no exato momento em que o uso de combustíveis fósseis é cada vez  mais inviável devido ao aquecimento global e às mudanças climáticas.

Foto de menina montada em tubarão-baleia causa indignação nas Filipinas

Uma foto recém-divulgada que mostra uma menina montada em um tubarão-baleia vem causando indignação nas Filipinas e já fez com que o governo do país prometa que irá adotar medidas adicionais para proteger a espécie.

Os tubarões-baleia são uma espécie protegida e as autoridades locais costumam pedir que se mantenha uma distância de ao menos três metros dos animais.


Inúmeros internautas indignados utilizaram as redes sociais para protestar após ter sido publicada a foto da menina montada em um tubarão-baleia.


A despeito de seu grande tamanho, os tubarões-baleia só comem pequenas plantas e animais.


Por muitos anos, permitiu-se que turistas nadassem próximos dos tubarões-baleia, mas agora muitos nas Filipinas estão exigindo que sejam adotados controles mais rígidos. 

Assentamentos no papel, madeira no chão


Dia 1° deste mês o Greenpeace encontrou uma madeireira operando a todo vapor dentro de um assentamento do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), no município de Santarém (PA), sem autorização do governo, nem consentimento dos assentados. Foram fotografados pátios de madeira, toras cortadas, desmatamento recente e uma serraria.
 
Viajando por estradas enlameadas, ativistas foram ontem até o local, a cerca de 140 quilômetros da cidade de Santarém, no meio da floresta, para documentar o corte das árvores e fotografar as toras. Aproveitaram para deixar uma faixa com a palavra “crime” como recado para os madeireiros. Foi uma operação arriscada: a região está sob tensão desde que carros do Ibama e o ICMbio foram emboscados por madeireiros na rodovia Cuiabá-Santarém, na quarta-feira (28).
No dia seguinte (2) o Greenpeace encaminhou ao governo um relatório com fotos e mapas da área documentada, pedindo  a investigação do caso. A extração predatória e, segundo assentados, ilegal, acontece dentro do projeto de Assentamento Corta Corda, na região do Rio Curuá-Una. Em quatro dias de investigação noturna na região, o Greenpeace também identificou um tráfego intenso de caminhões carregados de toras.
Os assentados já denunciaram diversas vezes ao Incra a ação ilegal de madeireiros no Corta-Corta. Mas, segundo o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém, a solução proposta pelo Incra, em vez de fiscalização, foi tentar destinar quase toda a área coberta com florestas do assentamento – rica de madeiras de lei – para grileiros que exploram madeira na região. Pelo projeto, o Corta Corda seria reduzido de 52 mil para 11 mil hectares. A área continua em disputa.
Há cinco anos, o Greenpeace expôs a extração ilegal de madeira dentro de assentamentos no Pará no relatório “Assentamentos de papel, madeira de lei”. Porém, até hoje o problema permanece. “É um absurdo que as motosserras ainda operem sem controle na Amazônia. O Ibama deveria fiscalizar e punir, mas está desaparelhado para cumprir sua missão. E o Incra, em vez de defender os assentados, parece jogar o jogo dos madeireiros”, diz Paulo Adario, diretor da campanha da Amazônia do Greenpeace.
“A falta de governança na região é tão gritante que beira o inacreditável”, diz Adario. “Porém essa é a realidade do Brasil: as madeireiras desmontam e vendem a floresta amazônica aos pedaços, enquanto o governo Dilma brinca de faz-de-conta que fiscaliza. E celebra a queda do desmatamento enquanto fecha acordos no Congresso para mudar o Código Florestal.” O código, que deve ser votado em abril, vai anistiar crimes ambientais e provocar mais desmatamento. “Os brasileiros precisam reagir, antes que a maior floresta tropical do mundo seja destruída.”
Há uma semana, o Greenpeace lançou uma campanha por um projeto de lei de iniciativa popular pelo desmatamento zero, a bordo do navio Rainbow Warrior, que fica no Brasil até julho. Os brasileiros estão convidados a assinarem o projeto e mandarem um recado claro para a presidente Dilma: as florestas do país precisam ser preservadas. 
Para participar, basta entrar no site www.ligadasflorestas.org.br
Caso queiram saber mais abaixo segue o link para um vídeo feito pelo pessoal do Greenpeace durante o "flagra"

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Bons ventos sopram no mundo da sustentabilidade

Creio q tds sabem o quanto ér importante produzir energia de uma forma renovável e sustentável, e uma das formas de produção de energia mais sustentável ér a energia eólica, e como prometido akie está um post abordando o assunto.

A energia eólica tem sido aproveitada desde a antiguidade para mover os barcos impulsionados por velas ou para fazer funcionar a engrenagem de moinhos, ao mover as suas pás (O "Rainbow Warrior" novo barco do Greenpeace usa a energia eólica em suas velas para se locomover, vejam o post "Recebam o mais novo guerreiro do arco-íris"). Nos moinhos de vento a energia eólica era transformada em energia mecânica, utilizada na moagem de grãos ou para bombear água. Os moinhos foram usados para fabricação de farinhas e ainda para drenagem de canais, sobretudo nos Países Baixos.




Na atualidade utiliza-se a energia eólica para mover aerogeradores - grandes turbinas colocadas em lugares com muito vento. Essas turbinas têm a forma de um catavento ou um moinho. Esse movimento, através de um gerador, produz energia elétrica. Precisam agrupar-se em parques eólicos, concentrações de aerogeradores, necessários para que a produção de energia se torne rentável, mas podem ser usados isoladamente, para alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão. É possível ainda a utilização de aerogeradores de baixa tensão quando se trata de requisitos limitados de energia elétrica (tipo gerar a energia necessária para alimentar uma ksa de família por exemplo).



A energia eólica pode ser considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja, não se esgota, limpa, amplamente distribuída globalmente e, se utilizada para substituir fontes de combustíveis fósseis, auxilia na redução do efeito estufa. Em países como o Brasil, que possuem uma grande malha hidrográfica, a energia eólica pode se tornar importante no futuro, porque ela não consome água, que é um bem cada vez mais escasso e que também vai ficar cada vez mais controlado. Em países com uma malha hidrográfica pequena, a energia eólica passa a ter um papel fundamental já nos dias atuais, como talvez a única energia limpa e eficaz nesses locais. Além da questão ambiental, as turbinas eólicas possuem a vantagem de poderem ser utilizadas tanto em conexão com redes elétricas como em lugares isolados, não sendo necessário a implementação de linhas de transmissão para alimentar certas regiões (que possuam aerogeradores).


Os países que mais geram energia eólica no mundo:


1º -  China (62,7 mil megawatts)
2º -  Estados Unidos (46,9 mil megawatts)
3º -  Alemanha (29 mil megawatts)
4º -  Espanha (21,6 mil megawatts)
5º -  Índia (16 mil megawatts)
6º -  França (6,8 mil megawatts)
7º -  Itália (6,7 mil megawatts)
8º -  Reino Unido (6,5 mil megawatts)
9º -  Canadá (5,2 mil megawatts)
10º- Portugal (4 mil megawatts)

Fonte: Relatório de 2011 da Global Wind Energy (capacidade eólica em 15 anos) 


Até 2005 a Alemanha liderava o ranking dos países em produção de energia através de fonte eólica, mas em 2008 foi ultrapassada pelos EUA. A capacidade de geração de energia eólica no Brasil vem aumentando ano a ano. Em 2008 era de 341MW, em 2009 passou 606 MW, e em 2010 atingiu o valor de 920MW. O Brasil responde por cerca da 
metade da capacidade instalada na América Latina, mas representa apenas 0,38% do total mundial.  


Em 2009 a capacidade mundial de geração de energia elétrica através da energia eólica foi de aproximadamente 158 gigawatts (GW), o suficiente para abastecer as necessidades básicas de dois países como o Brasil(o Brasil gastou em média 70 gigawatts em janeiro de 2010). Para se ter uma idéia da magnitude da expansão desse tipo de energia no mundo, em 2008 a capacidade mundial foi de cerca de 120 GW e, em 2007, 59 GW.


Desde 2010 a china é o maior produtor de energia eólica. Em 2011 o total instalada nesse país ultrapassava os 62.000MW (62GW), comparado com os 44.000 instalado até 2010, foi um aumento de 41%.


Em alguns países, a energia elétrica gerada a partir do vento representa significativa parcela da demanda. Na Dinamarca esta representa 23% da produção, 6% na Alemanha e cerca de 8% em Portugal e na Espanha (dados de setembro de 2007). Globalmente, a energia eólica não ultrapassa o 1% do total gerado por todas as fontes.

O custo da geração de energia eólica tem caído rapidamente nos últimos anos. Em 2005 o custo da energia eólica era cerca de um quinto do que custava no final dos anos 1990, e essa queda de custos deve continuar com a ascensão da tecnologia de produção de grandes aerogeradores.

O Brasil possui grande potencial em energia eólica. Segundo Atlas do Potencial Eólico Brasileiro, publicado pelo Centro de Pesquisas de Energia Elétrica da Eletrobrás, o território brasileiro tem capacidade para gerar até 140 gigawatts, mas atualmente a capacidade instalada é de 1 GW, o que representa menos de 1% do potencial.Por outro lado, o potencial eólico brasileiro é mais de todo o potencial elétrico instalado no país atualmente.

O maior centro de geração de energia eólica do país é o Parque eólico de Osório, localizado no Rio Grande do Sul, com a capacidade de gerar até 150 MW. Mas um complexo de 14 parques eólicos na Bahia deve entrar em operação em julho de 2012 e será ainda maior, podendo produzir até 300 MW. A maior fonte de eletricidade do Brasil são as usinas hidrelétricas. Um estudo indica que o país poderia substituir a energia térmica pela energia eólica. Isso porque as usinas térmicas só são acionadas durante os períodos de seca, quando os rios ficam mais baixos e as hidrelétricas são insuficientes para produzir toda a energia consumida. Porém, é justamente nesse período que o regime de ventos no Nordeste é mais intenso.
A previsão é que a participação da fonte de energia eólica na matriz energética brasileira continue crescendo, como vem acontecendo no resto do mundo, apresentando taxas de crescimento médias de potência instalada superiores a 20%.

A produção de energia elétrica através de energia eólica tem várias vantagens das quais podemos ressaltar as principais.
É uma fonte renovável, não emite gases de efeito estufa, gases poluentes e nem gera resíduos na sua operação, o que a torna uma fonte de energia de baixíssimo impacto ambiental.
Os parques eólicos (ou fazendas eólicas) são compatíveis com os outros usos do terreno como a agricultura ou pecuária, já que os atuais aerogeradores têm dezenas de metros de altura.
O grande potencial eólico no mundo aliado com a possibilidade de gerar energia em larga escala torna esta fonte a grande alternativa para diversificar a matriz energética do planeta e reduzir a dependência ao petróleo. Em 2011 na União Européia ela já representa 6,3% da matriz energética, e no mundo mais de 3,0% de toda a energia elétrica. 
Finalmente, com a tendência de redução nos custo de produção de energia eólica, e com o aumento da escala de produção, deve se tornar uma das fontes de energia mais barata.

Apesar de todas os pontos positivos, é preciso tomar cuidado antes de apostar na energia eólica. Se não forem feitos os estudos de mapeamento, medição e previsão dos ventos, ela não é uma fonte confiável. Não há muitos dados sobre o regime de ventos no Brasil, e eles costumam serem aproveitáveis somente durante parte do ano.
Além disso, os parques eólicos produzem poluição sonora e visual. Também podem interferir na rota migratória de pássaros, e os aerogeradores interferem na paisagem do local. Além disso, todo o equipamento é caro, o que pode inviabilizar a criação de parques eólicos.

Na minha opinião as vantagens são mt maiores q as desvantagens afnal eu não considero os moinhos uma "poluição visual" pelo contrario além de axalos lindos axo tbm q dão um ar d modernidade e ao mesmo tempo de sustentabilidade no local onde forem instalados, e além do mais se forem feitos os devidos estudoos antes da sua instalação um parque eólico compensa o investimento, então agr eu passo a bola pra vcs, oq vcs axam da energia eólica? lembre-se q aliada a energia solar elas podem representar um aumento enorme na produção de energia elétrica sustentável, e além do mais são mt mais seguras e rentáveis do que a energia nuclear e causa mt menos impacto q uma usina hidrelétrica.



De cara com o desmatamento


zoom 
Nos três primeiros meses de 2012, os alertas de desmatamento triplicaram com relação ao ano passado na Amazônia Legal.



Com volume consideravelmente menor de nuvens na Amazônia Legal neste início de ano, o desmatamento resolveu dar o ar da graça aos satélites do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Os dados de alerta do sistema Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real) referentes ao primeiro trimestre de 2012 mostram que a devastação quase triplicou com relação ano passado. Foi detectada a possível perda de 389 km² da cobertura florestal, número 188% maior se comparado ao mesmo período de 2011, quando a região perdeu 135 km².
Mesmo com o aumento pontual, não houve aumento do desmate em números absolutos. Quando comparados, os períodos de agosto de 2011 a março de 2012 e os mesmo meses entre 2010 e 2011 apresentam praticamente os mesmo números. No ano passado, 1.340 km² foram desmatados, enquanto que neste ano foram cerca de 1.400 km². Nesse mesmo período, o estado que mais se destacou negativamente foi Roraima, onde houve aumento de 363% da área devastada.
A ministra Izabella Teixeira, que apresentou os dados nesta quinta-feira em Brasília, não considera que os dados representam um crescimento no desmate. Entretanto, chamou a atenção para a elevação de atividades ilegais. O aumento, segundo ela, pode estar associado a uma migração de desmatadores do Pará para o estado e também à flexibilização do Código Florestal.
“O que nós temos de informação em campo está associada ao debate do Código Florestal. Ainda tem gente dizendo que você pode desmatar que vai ser anistiado, mas tem muita gente também achando que o Ibama não poderia multar. Agora, eu não posso afirmar que é por causa disso [que houve aumento em alguns Estados]”, afirmou a ministra.
Já Gilberto Câmara, diretor do Inpe, afirmou que não houve desmatamento detectado no ano passado “porque nós não víamos nada”. Para ele, a pesquisa em campo feita pelos órgãos de fiscalização verificou que 68% das áreas encontradas devastadas (por desmate e queimadas) resultam de atividades ilegais ocorridas em 2011.
Para acabar com a atividade ilegal e qualquer investida contra a proteção das florestas, assine a petição pela lei do desmatamento zero no Brasil. Seja você também um herói das florestas.